Notas de imprensa

Polanco Reforça o compromisso da PRISA com a defesa da liberdade e da democracia

25-04-2018

Polanco refuerza el compromiso de PRISA con la defensa de la libertad y la democracia

“O êxito da ampliação revela o compromisso dos nossos acionistas com o futuro do Grupo”, realça o presidente

O presidente da PRISA, Manuel Polanco, salientou, no decorrer da Assembleia Geral de Acionistas realizada em Madrid, o que definiu como princípios e a missão do Grupo: “ajudar no progresso social, na consolidação de uma sociedade mais livre e democrática, mais justa e equilibrada”.

“Num cenário tão complexo como o atual, tanto do ponto de vista social como político, é especialmente transcendente a existência e a fortaleza de uma empresa com os valores que defende e representa a PRISA”, explicou.

“Numa conjuntura em que fenómenos como o populismo e a pós-verdade parecem impor-se, em que utilizam os nossos perfis pessoais nas redes sociais para manipular a nossa opinião, para transmitir notícias falsas, para interferir definitivamente no desenvolvimento democrático, a PRISA pretende assentar um dos seus princípios básicos: as sociedades, os cidadãos, são mais livres quanto melhor formados e informados estão”, assinalou Polanco.

“Se acrescentarmos a marca da corrupção que opera nos países em que estamos presentes”, continuou, “revela-se ainda mais necessário o trabalho dos meios de comunicação profissionais e sérios, em função de contrapoder, como fiadores dos equilíbrios sociais, da liberdade e, em suma, dos princípios democráticos”.

O presidente da PRISA acrescentou que “os nossos meios sempre assumiram esse papel. Mantivemos e defendemos sempre uma linha conforme os nossos princípios fundamentais, nos momentos mais complicados e arriscados, e agora também em relação aos acontecimentos em torno da tentativa secessionista na Catalunha. Asseguro-vos que continuarão a fazê-lo. A defesa da verdade e a independência informativa têm sido, são e serão as características distintivas, os eixos de atuação prioritários dos meios da PRISA”.

No seu primeiro discurso na Assembleia de Acionistas como presidente do grupo, assinalou que faz parte do seu conselho há 17 anos, “o que supõe que sou o mais antigo dos conselheiros atuais”. “Nestes anos, ouvi as palavras do meu pai, Jesús de Polanco, o fundador e o grande impulsionador deste grupo.

Depois, o seu sucessor, o meu irmão Ignacio. E, num passado mais recente, o meu antecessor no cargo, Juan Luis Cebrián. A personalidade, a garra e a coragem de todos eles construíram um grupo empresarial líder na educação e na informação no mundo de língua espanhola e portuguesa, e uma referência para muitas gerações de espanhóis e latino-americanos”, realçou.

Manuel Polanco salientou que “mantemos este legado e continuamos com o objetivo claro de introduzir os elementos de inovação e transformação necessários para enfrentar os desafios que a sociedade exige no século XXI, conservando os valores que sempre defendemos”. “Mas, para conseguir estes objetivos”, continuou, “não podemos dar passos em falso, nem tomar decisões corretas por pressões financeiras, para conseguir definitivamente o reequilíbrio do nosso balanço. Isto foi possível graças à recente ampliação de capital, ao acordo de refinanciamento da dúvida e ao programa de venda de ativos que demorámos a realizar”.

O presidente do Grupo reviu as operações empreendidas nos últimos meses e sublinhou especialmente a ampliação de capital de 563 milhões de euros. “O êxito da ampliação revela o compromisso dos nossos acionistas com o futuro do nosso Grupo. Há que realçar o sólido apoio à operação dos acionistas mais representativos que já faziam parte do capital da empresa. Também foi fundamental a incorporação de novos investidores para conseguir a subscrição total da ampliação. Quero agradecer a todos a vossa confiança”, manifestou. 

Além disso, recordou as últimas mudanças que se produziram no conselho de administração e anunciou que “em linha com a ideia de racionalizar o governo corporativo, estamos também a propor a esta Assembleia a redução do conselho de 17 para 13 membros. Esta reorganização dará lugar à recomposição das comissões do conselho, tanto em número, vamos reduzi-las de cinco para três, como nos seus integrantes”.

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