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EL PAÍS junta-se ao Fórum de Davos com uma programação especial

16-01-2017

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O encontro anual do Fórum Económico Mundial, que se celebra na localidade suíça de Davos desde 1971, reúne a elite política, empresarial e intelectual do planeta para debater sobre o presente e o futuro da economia. Este ano, o EL PAÍS participará no Fórum com crónicas e análises a partir da localidade suíça e com um programa diário de uma hora que será emitido em colaboração com o Facebook, a maior rede social do planeta, que lançou recentemente um projeto global para apoiar o jornalismo de qualidadee combater a propagação de notícias falsas.

Em Davos, nas últimas décadas, surgiram ideias e acordos que transformaram o mundo, sempre sob a coordenação do seu fundador, o economista alemão Klaus Schwab, e com a participação nesta edição de líderes como o presidente chinês, Xi Jinping, a primeira-ministra britânica, Theresa May, o presidente colombiano, Juan Manuel Santos, o vice-presidente norte-americano, Joe Biden, e o empresário e filantropo norte-americano Bill Gates, entre muitos outros.EL PAÍSinformará os leitores sobre estas reuniões e conferências na sua página de Internete na sua edição impressa. A correspondente financeira internacional do jornal,Alicia González, publicará um diário com episódios e experiências no encontro do Fórum.

Além disso, o diretor-adjunto do jornal diário, David Alandete, dirigirá e apresentará um programa televisivo com a duração de uma hora que será emitido no Facebook e na página de Internet do EL PAÍS desde terça-feira dia 17 até sexta-feira dia 20, das duas às três da tarde, hora local de Davos, a mesma que em Espanha continental. Alandete também entrevistará políticos e empresários em direto através da página do EL PAÍS no Facebook. Desde o verão passado que o EL PAÍS tem vindo a desenvolver uma programação de vídeo própria no Facebook, com análises dos seus especialistas e correspondentes e com entrevistas a destacados líderes, como o Prémio Nobel Mario Vargas Llosa ou o presidente do Banco Interamericano de Desenvolvimento, Luis Alberto Moreno.

O tema central do encontro deste ano em Davos éLiderança Responsável e Recetiva, porque, segundo Schwab, "precisamos de um novo modelo de liderança responsável e recetivas que nos permita abordar os desafios que o mundo enfrenta, da segurança até à Quarta Revolução Industrial, com um pensamento a longo prazo e orientado para a ação e uma maior solidariedade a nível nacional e global".

O Fórum criou uma rede de jovens talentos a que deu o nome de global shapers,jovens com formação, potencial e feitos excecionais. Destes jovens, 50 participarão no encontro do Fórum, sendo originários de lugares tão diversos como Caracas ou Pequim. EL PAÍS contará com eles para que partilhem as suas experiências e as suas ideias nos seus programas em direto durante as jornadas em que o Fórum se reúna.

Uma localidade inteira envolvida

Os 11.000 habitantes de Davos acolhem nesses dias mais de 2.500 participantes, 3.000 soldados, 1.500 polícias e um número indeterminado de guarda-costas, assessores e trabalhadores temporários contratados para prestar serviços aos visitantes. Este é um ano especial devido à mudança de presidente na Casa Branca.

O encontro termina justamente no último dia do mandato de Barack Obama e no primeiro dia do mandato de Donald Trump na presidência dos Estados Unidos. Será o primeiro encontro em que participa um líder de governo da China, que será acompanhado por uma delegação de empresários desse país, como Jack Ma, o fundador do Alibaba. O Fórum, com sede em Genebra, é uma organização internacional sem fins lucrativos que dá emprego a cerca de 500 pessoas.

 

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