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PRISA colabora com o Comité de Emergência para a COVID-19

13-05-2020

Para dar resposta à crise mundial sem precedentes que o mundo vive devido ao coronavírus, a PRISA colabora com o Comité de Emergência, iniciando uma campanha nos seus meios para obter fundos e tentar minimizar os impactos da pandemia do coronavírus para não deixar ninguém para trás.

As ONG que fazem parte do Comité de Emergência, Ação Contra a Fome, Médicos do Mundo, Oxfam Intermón, Plan International e World Vision, mobilizaram as suas equipas e acionaram respostas à emergência, desde o primeiro momento, com medidas de prevenção para travar o contágio, reforçar os sistemas de saúde (equipamento hospital e proteção dos profissionais de saúde) e apoiar as famílias e comunidades mais vulneráveis com projetos de água e saneamento, saúde, segurança alimentar, proteção infantil e geração de rendimentos familiares. Todos os programas têm como objetivo apoiar as famílias e comunidades mais vulneráveis do nosso país e de todo o mundo perante esta emergência humanitária, com o objetivo de mitigar os impactos da COVID-19 e evitar que sofram as suas piores consequências.

O Comité de Emergência disponibilizou várias vias para canalizar a ajuda e poder dar uma resposta mais rápida e eficaz às necessidades atuais e aos afetados por esta pandemia. 

  •      Ligando para o número de telefone 900 595 216
  •      Enviando uma SMS com a palavra “JUNTOS” para o 28014
  •      Através da conta bancária ES 2521005731700200294895
  •      E em www.comiteemergencia.org 

O Comité de Emergência foi criado em 2015, em Espanha, por seis ONG (Ação Contra a Fome, Comité Espanhol da ACNUR, Médicos do Mundo, Oxfam Intermón, Plan International e World Vision), que decidiram unir-se para canalizar a solidariedade de cidadãos e empresas em grandes emergências humanitárias.

Cerca de 2000 milhões de pessoas que vivem em países em desenvolvimento carecem de acesso a instalações de água potável e saneamento, e 500 milhões estão em risco de cair na pobreza por causa da pandemia. Como se isso não bastasse, no mundo, há 70 milhões de pessoas refugiadas ou deslocadas, muitas delas em campos que não contam com os recursos para fazer face à doença. Em Espanha, os impactos da crise do coronavírus agravaram a situação de milhares de famílias vulneráveis, aumentando o risco de exclusão de crianças e adolescentes. Quase um quarto dos lares com menos recursos não tem acesso à Internet e mais de 40% não têm computador e, por isso, neste momento, não têm acesso à educação online nem às ajudas dos serviços sociais que só podem solicitar-se por via eletrónica.

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